sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Termas e Edelweisses





Depois da água...a água. Ao que se seguiriam "os ares".
Nem se tratando de uma "entrevadinha militante", resistiria a tanto. Mas o maldito do phisico foi claro: termas e edelweisses, garantiriam um Inverno de fazer inveja a qualquer condessa de trazer por casa.
Ignorando por completo toda e qualquer regra de acautelamento e decência, tratei de mandar mensagem ao Maan. Que sim, que desta vez. (só desta vez),  poderia contar com a minha "ascensão"...ao que se revelou um inferno. Adiante.
Seriam uns dias a águas e a ares, e  sempre chegaria a tempo da saison...
Incauta, iniciei a subida, não sem antes me prevenir de chaise longue e, mantinha para a sesta. Ainda me aproximei do Mann a ver se ma levava...mas chiava já desalmadamente, da pleura.  Posto que tive que alancar.
O homem, que pouco préstimo revelou, afinal, só me incentivava:
-É mágica! É mágica!
Não que tivesse visto alguma magia no tempo que lá estive...sestas intermináveis e o Thomas numa insistência de  tez desbotada e quem sabe uma thysica... que me arreliava os dias.
Que não! Que não me desbotava.( Eu sei que os benefícios do sol ainda não tinham sido descobertos)
Foi quando a insistência deu lugar à tentativa de me demover, à força de tosses ininterruptas.
Como devem calcular tive que ser veemente. Escusasse de pensar em thysicas. A saison não tardava e não havia tempo a perder...
Foi um ápice: deixei  a chaise longue à Karenina, que tinha entretanto chegado, exausta de bailes e estepes e fugi dali para fora.
Aqui me têm, de volta ao vosso convívio, nesta nossa metrópole pejada de chatices.

2 comentários:

  1. As edelweisses dão um cházinho que é uma maravilha Sra Marquesa....;)

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  2. Caro Tiago Mouta,

    Já mandei aviar à Botica. Grata.

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